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segunda-feira, 1 de abril de 2013

o tal do 'coelho'

Que eu não curto essas datas religiosas não é nenhuma novidade. Vi o povo nas lojas com listas gigantescas para a compra de chocolates dessa Páscoa.  Gente, pelo que eu saiba, essa data deveria ter outro significado, não é mesmo? Lógico que para quem acredita. Mas galera só pensa em dar chocolates, ovos super caros.  

Ou seja, puro consumismo.

Eu não tenho nenhuma religião, mas fui criada em meio a Igreja Católica e um pouco de Umbanda também. Não me identifiquei com nenhuma #graçasdadeushahaha. Mas na minha opinião de atéia, essas datas só me servem para reunir com a minha família. E ponto final. Nada desse consumo desenfreado. Essa obrigação de ter que dar algo para alguém.

Não curto e não vou cultivar isso na criação do Gui. Eu amo chocolate, e não o proíbo, mas comprar Ovo ultra caro porque é Páscoa... ah vá...

Passamos o final de semana na casa da minha mãe e o Gui ao acordar no domingo, teve uma grande surpresa ao chegar na sala.

Minha mãe desenhou com giz de cera umas pegadas das patas do tal coelhinho da Páscoa que traz o ovo e no caminho, colocou uns ovinhos para ir catando até encontrar o ovo principal. Ela comprou um ovo do homem aranha para ele que vinha com um relógio e tal. Achei tremendamente desnecessário.

Ele amou. Seguiu as pegadas, catou os mini ovos e se surpreendeu ao encontrar o ovo grande.

Veio me contar e foi correndo chamar o pai para ver. É, foi super fofa a reação dele, mas tem mesmo necessidade disso tudo? 

Sei lá, não consigo achar normal isso. Acho importante estimular a fantasia da criança, mas sem o consumismo em volta.

  









#souchatamesmo

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quinta-feira, 28 de março de 2013

#forafeliciano

O assunto que tem bombado ultimamente nas redes sociais é o FORA FELICIANO.

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara NÃO pode ser presidida por uma pessoa RACISTA, HOMOFÓBICA, MACHISTA... e sim por uma pessoa que de fato represente todas as diversidades e as minorias. 

O Pastor Feliciano tem um histórico que bate de frente com qualquer reivindicação das minorias. Declarações racistas, homofóbicas e machistas em seu micro blog (twitter), vídeos dele 'pregando' a palavra da religião que ele representa com declarações absurdas. Além de responder por estelionato, suspeito de rebecer cerca de 13 mil merréis para realizar cultos religiosos e não comparecer...

A Comissão de Direitos Humanos é um lugar para se lutar contra os preconceitos e as minorias. 

E O PASTOR FELICIANO NÃO REPRESENTA ESSA LUTA!!!!!

E também não representa o Gui


E não sei se vocês estão sabendo que é a deputada cotata para substituí-lo... Antônia Lúcia do PSC/AC que está sendo investigada pela justiça por caixa dois, compra de votos e abuso de poder ecoômico.

O bagulho tá doido!!!

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quarta-feira, 27 de março de 2013

'ti amo'...

Papear com o Gui está sendo uma atividade constante por aqui.

Como fala essa criOnça!!!

Tá ok, ele não poderia ser de outro jeito. Os pais falam que nem duas matracas na velocidade 5  da dança do créu! Na maioria das vezes eu não entendo bulhufas do que fala, pois são tantas 'coisas' que ele mesmo se enrola e eu peço para ele ficar calmo e repetir sem pressa ... as vezes dá certo.

Apesas das birras sinistróides que ele faz, ele no fundo no fundo... #bemnofundo é carinhoso.

Primeiro, ele faz um mega bico com os lábios para me beijar.
Segundo, ele começa a fazer uma voz toda melosa e diz: 'Eu ti amo!"
morro de amor e respondo: "Eu que te amo!" e dou uma surra de beijos.
Não satisfeito ele manda essa: "Eu que te amo 2!", ou seja, duas vezes a mais que eu.

e então não paramos mais com esse chamego: "eu que te amo 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10...", e só fica satisfeito quando passamos do número 10 e ele termina com "eu te amo infinito e além"

Ploft, vou ali morrer de amor




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terça-feira, 26 de março de 2013

e como curtiu!

Recebi uma informação na agenda da escola do Gui na semana passada, que no dia 25, eles teriam uma apresentação de um palhaço e um mágico. Eu nem dei tanta bola, porque o Gui não curte palhaços tipo 'patatipataculá' #aindabemhehehe. No ano passado eles tiveram apresentação de uma dupla de palhaços e a professora dele na época comentou que ele curtiu, mostrou as fotos e fiquei bastante suspresa.

Também no ano passado, durante o aniversário de um coleguinha, rolou apresentação com um mágico e ele curtiu horrores.

'É, ele vai curtir', pensei.

Olha só a alegria da criança na atividade da escola!

Coisamarlinda





Detalhe básico: todas as crianças entretidas e sentadas numa boa curtindo a apresentação da dupla e o Gui... lóóógico que ficou o tempo inteiro em pé! O meu filho puxou sim algo de mim... adora ser do contra! Yes, I can! hahahahahahahaahhaahhaha

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Na hora de fazer não gritou, por Por Andrea Dip, de A Pública

Ontem ao abrir a caixa de email, vi que recebi 5 mensagens de leitoras assíduas do blog sobre o texto que a jornalista Andrea Dip escreveu sobre a violência obstétrica. Algumas amigas no facebook também me enviaram o link com a matéria. Depois vi que vários blogs que estão na luta também publicaram sobre o texto. Imediatamente parei tudo e iniciei a leitura. Num momento, relembro tudo o que passei durante o meu parto, depois a primeira coisa que me vêm a cabeça é compartilhar com meus contatos de email, facebook, twitter... e então, porque não compartilhá-lo aqui no blog. Recebo diariamente muitas visualizações de página e garanto que muitas pessoas irão ler.

Seja abaixo o texto dela.

Leiam com atenção. Esse assunto é de extrema importância. Estamos falando do direito humanos, do direito da mulher de parir com respeito. A violência traz marcas muito profundas. Há uma falta de respeito, um descaso com a saúde da mulher, pelo serviço público e particular também. O parto virou comércio. Mas temos como reverter essa situação. Nos informando cada vez mais. Indo atrás de profissionais sérios, que estão dispostos a nos respeitar. Obstétras fofinhos tem um monte espalhados. Mas a maioria não está nem aí para a saúde da mulher e do bebê. O corpo é meu. O parto é meu.

Compartilhem nas redes sociais. 

http://br.noticias.yahoo.com/na-hora-de-fazer-n%C3%A3o-gritou-145820401.html


"Eu tive meu filho em um esquema conhecido por profissionais da área da saúde como o limbo do parto: um hospital precário, porém maquiado para parecer mais atrativo para a classe média, que atende a muitos convênios baratos, por isso está sempre lotado, não é gratuito, mas o atendimento lembra o pior do SUS, porém sem os profissionais capacitados dos melhores hospitais públicos nem a infraestrutura dos hospitais caros particulares para emergências reais. 

Durante o pré-natal, fui atendida por plantonistas sem nome. Também não me lembro do rosto de nenhum deles. O meu nome variava conforme o número escrito no papel de senha da fila de espera: um dia eu era 234, outro 525. Até que, durante um desses “atendimentos” a médica resolveu fazer um descolamento de membrana, através de um exame doloroso de toque, para acelerar meu parto, porque minha barriga “já estava muito grande”. Saí do consultório com muita dor e na mesma noite, em casa, minha bolsa rompeu. Fui para o tal hospital do convênio já em trabalho de parto.


Quando cheguei, me instalaram em uma cadeira de plástico da recepção e informaram meus acompanhantes que eu deveria procurar outro hospital porque aquele estava lotado. Lembro que fazia muito frio e eu estava molhada e gelada, pois minha bolsa continuava a vazar. Fiquei muito doente por causa disso. Minha mãe ameaçou ligar para o advogado, disse que processaria o hospital e que eu não sairia de lá em estágio tão avançado do trabalho de parto. Meu pai quis bater no homem da recepção. Enquanto isso, minhas contrações aumentavam. Antes de ser finalmente internada, passei por um exame de toque coletivo, feito por um médico e seus estudantes, para verificar minha dilatação. “Já dá para ver o cabelo do bebê, quer ver pai?” mostrava o médico para seus alunos e para o pai do meu filho. Consigo me lembrar de poucas situações em que fiquei tão constrangida na vida. Cerca de uma hora depois, me colocaram em uma sala com várias mulheres. Quando uma gritava, a enfermeira dizia: “pare de gritar, você está incomodando as outras mães, não faça escândalo”. Se eu posso considerar que tive alguma sorte neste momento, foi o de terem me esquecido no fim da sala, pois não me colocaram o soro com ocitocina sintética que acelera o parto e aumenta as contrações, intensificando muito a dor. Hoje eu sei que se tivessem feito, provavelmente eu teria implorado por uma cesariana, como a grande maioria das mulheres.



Não tive direito a acompanhante. O pai do meu filho entrava na sala de vez em quando, mas não podia ficar muito para preservar a privacidade das outras mulheres. A moça que gritava pariu no corredor. Até que uma enfermeira lembrou de mim e me mandou fazer força. Quando eu estava quase dando a luz, ela gritou: “pára!” e me levou para o centro cirúrgico. Lá me deram uma combinação de anestesia peridural com raquidiana, sem me perguntar se eu precisava ou gostaria de ser anestesiada, me deitaram, fizeram uma episotomia (corte na vagina) sem meu consentimento – procedimento desnecessário na grande maioria dos casos, segundo pesquisas da medicina moderna – empurraram a minha barriga e puxaram meu bebê em um parto “normal”. Achei que teria meu filho nos braços, queria ver a carinha dele, mas me mostraram de longe e antes que eu pudesse esticar a mão para tocá-lo, levaram-no para longe de mim. Já no quarto, tentei por três vezes levantar para ir até o berçario e três vezes desmaiei por causa da anestesia. “Descanse um pouco mãezinha” diziam as enfermeiras “Sossega!” Eu não queria descansar, só estaria sossegada com meu filho junto de mim! O fotógrafo do hospital (que eu nem sabia que estava no meu parto) veio nos vender a primeira imagem do bebê, já limpo, vestido e penteado. Foi assim que eu vi pela primeira vez o rostinho dele, que só chegou para mamar cerca de 4 horas depois.

Faz exatamente nove anos que tudo isso aconteceu e hoje é ainda mais doloroso relembrar porque descobri que o que vivi não foi uma fatalidade, ou um pesadelo: eu, como uma a cada quatro mulheres brasileiras, fui vítima de violência obstétrica.

Uma em cada quatro mulheres sofre violência no parto
O conceito internacional de violência obstétrica define qualquer ato ou intervenção direcionado à mulher grávida, parturiente ou puérpera (que deu à luz recentemente), ou ao seu bebê, praticado sem o consentimento explícito e informado da mulher e/ou em desrespeito à sua autonomia, integridade física e mental, aos seus sentimentos, opções e preferências. A pesquisa “Mulheres brasileiras e Gênero nos espaços público e privado”, divulgada em 2010 pela Fundação Perseu Abramo, mostrou que uma em cada quatro mulheres sofre algum tipo de violência durante o parto. As mais comuns, segundo o estudo, são gritos, procedimentos dolorosos sem consentimento ou informação, falta de analgesia e até negligência.

Mas há outros tipos, diretos ou sutis, como explica a obstetriz e ativista pelo parto humanizado Ana Cristina Duarte: “impedir que a mulher seja acompanhada por alguém de sua preferência, tratar uma mulher em trabalho de parto de forma agressiva, não empática, grosseira, zombeteira, ou de qualquer forma que a faça se sentir mal pelo tratamento recebido, tratar a mulher de forma inferior, dando-lhe comandos e nomes infantilizados e diminutivos, submeter a mulher a procedimentos dolorosos desnecessários ou humilhantes, como lavagem intestinal, raspagem de pelos pubianos, posição ginecológica com portas abertas, submeter a mulher a mais de um exame de toque, especialmente por mais de um profissional, dar hormônios para tornar o parto mais rápido, fazer episiotomia sem consentimento”.

“A lista é imensa e muitas nem sabem que podem chamar isso de violência. Se você perguntar se as mulheres já passaram por ao menos uma destas situações, provavelmente chegará a 100% dos partos no Brasil” diz Ana Cristina, que faz parte de um grupo cada vez maior de mulheres que, principalmente através de blogs e redes sociais, têm lutado para denunciar a violência obstétrica tão rotineira e banalizada nos aparelhos de saúde.



“Algumas mulheres até entendem como violência, mas a palavra é mais associada a violência urbana, fisica, sexual” diz a psicóloga Janaína Marques de Aguiar, autora da tese “Violência institucional em maternidades públicas: hostilidade ao invés de acolhimento como uma questão de gênero” que entrevistou puérperas (com até três meses de parto) e profissionais de maternidades públicas de São Paulo. “Quando a gente fala em violência na saúde, isso fica dificil de ser visualizado. Porque há um senso comum de que as mulheres podem ser maltratadas, principalmente em maternidades públicas” acredita. E dá alguns exemplos: “Duas profissionais relataram, uma médica e uma enfermeira, que um colega na hora de fazer um exame de toque em uma paciente, fazia brincadeiras como ‘duvido que você reclame do seu marido’ e ‘Não está gostoso?”

Em março de 2012, um grupo de blogueiras colocou no ar um teste de violência obstétrica, que foi respondido de forma voluntária por duas mil mulheres e confirmou os resultados da pesquisa da Fundação Perseu Abramo. “Apesar de não terem valor científico, os resultados mostraram que 51% das mulheres estava insatisfeita com seu parto e apenas 45% delas disse ter sido esclarecida sobre os todos os procedimentos obstétricos praticados em seus corpos” lembra a jornalista mestre em ciências Ana Carolina Franzon, uma das coordenadoras da pesquisa. “Nós quisemos mostrar para outras mulheres que aquilo que elas tinham como desconforto do parto era, na verdade, a violação de seus direitos. Hoje nós somos protagonistas das nossas vidas e quando chega no momento do parto, perdemos a condição de sujeito” opina Ana Carolina.

Desse teste nasceu o documentário “Violência Obstétrica – A voz das brasileiras” (que você pode assistir no fim da matéria) com depoimentos gravados pelas próprias mulheres sobre os mais variados tipos de humilhação e procedimentos invasivos vividos por elas no momento do parto. Uma das participantes diz que os profissionais fizeram comentários “sobre o cheiro de churrasco da barriga durante a cesárea”.

Mas talvez o relato mais triste seja o da mineira Ana Paula, que após planejar um parto natural, foi ao hospital com uma complicação e, sem qualquer explicação por parte dos profissionais, foi anestesiada, amarrada na cama, mesmo sob protestos, submetida a episiotomia, separada da filha, largada por várias horas em uma sala sem o marido e sem informações. Seu bebê não resistiu e faleceu por causas obscuras. Ana Paula denunciou o falecimento de sua filha ao Ministério da Saúde pedindo uma investigação e em paralelo denunciou a equipe, convênio médico e o hospital que a atenderam ao CRM de Belo Horizonte. Diante do silêncio do Conselho, que abriu uma sindicância em novembro de 2012 e não forneceu mais informações, a advogada de Ana Paula, Gabriella Sallit, entrou com uma ação na justiça.

“O processo da Ana Paula foi o primeiro que trata a violência obstetrica nestes termos. Não é um processo contra erro médico, ou pelo fim de uma conduta médica. É sobre o procedimento, a violência no tratar. É um marco porque é o primeiro no Brasil” explica a advogada. “É uma ação de indenização por dano moral que lida com atos notoriamente reconhecidos como violência obstétrica. Tudo isso tem respaldo na nossa legislação”, diz.

Para prevenir a violência no parto, infelizmente comum, a advogada aconselha que as mulheres escrevam uma carta de intenções com os procedimentos que aceitam e não aceitam durante a internação. “Faça a equipe assinar assim que chegar ao hospital. E antes de sair do hospital, requisite seu prontuário e o do bebê. É um direito que muitas mulheres desconhecem. Isso é mais importante do que a mala da maternidade, fraldas e roupas. Estamos falando de algo que pode te marcar para o resto da vida”."

o livro do dia

Hoje após chegar da escola, o Gui já chegou no meu colo pedindo peito que nem um tarado, pois morria de sono e NEM PENSAR DE JEITO NENHUM QUE DEIXARIA ELE DORMIR ÀS 18H!!!!!!!!!!

A rotina está indo bem, tirando os finais de semana que eu libero geral.

Brincamos com as pistas e enquanto ele se distraía sozinho, resolvi organizar o gaveteiro dos livros dele.

A sua mini biblioteca já conta com 87 livros. Irado!!! E então, pedi para ele escolher 7 livros.
O primeiro foi esse: CADA FAMÍLIA É DE UM JEITO, da autora Aline Abreu.


Adicionar legenda
Fiquei muito feliz com a escolha dele e mega ultra power blaster orgulhosa quando me deparei com essa página.


A autora mandou muito bem. A criança necessita ser cuidada-amada-amparada. Seja pela mãe+pai, avó,  mãe apenas, pelo pai apenas, se pelas duas mães ou pelos dois pais.

Fiquei tão feliz em ler esse livro com o Gui. Espero que ele se torne um adulto que respeite as diferenças e que lute pela igualdade.

Boa noitche. ;)

segunda-feira, 25 de março de 2013

saturday night

Quando a preguiça de sair de casa no final de semana fala mais alto, ficar em casa com o Gui é uma tarefa digamos assim... cansativa. 

Primeiro que como já disse, rola uma preguiça. E em relação à tudo. Cozinhar, e qualquer outra tarefa doméstica. Cuidar de uma criança dá um certo trabalho. Ainda mais uma que é extremamente bagunceira como o Gui.

Na sexta a noite, rolou uma faxina e uma organização bem sinistra. Tudo limpo e no seu devido lugar. Mas já no sábado, parecia que tudo estava fora da ordem, fora da nova ordem. Vou te contar, que saco.

Demos uma volta pela rua principal do bairro para comprar umas besteiras para comermos a noite e choveu muito, o papai ficou assistindo tv enquanto eu fui ler livros com o Gui em seu quarto. Depois que acabamos, ele quis montar quebra-cabeças. E já foi querendo pegar isso e aquilo. 


 Tentei colocar ordem na bagunça e arrumamos uma parte. Guardei os livros e os quebra-cabeças. Hunf.

Mas ele deve ter formiga no fiofó. Não sossegou e começou a subir, escalar em tudo que dava no quarto.


Depois montamos uma pista para ele ficar mais centrado.
E ele viu que escalar a pista seria prejú então... ficou passando por baixo dela hahahaah


Mais tarde foi dormir com o pai e ao acordar no domingo, encontrou o quarto assim:


Ficou muito amarradão e brincou a beça.

e por hoje é só!

sábado, 23 de março de 2013

o convite do filho

Daí que algumas vezes após buscá-lo na escola, esse meu filho vem todo carinhoso-se-querendo-serelepe-pimpão, me dá beijos, abraços e ainda diz "Eu ti amo"... mas isso tudo não foi à toa. Rolou um interesse 'dos brabo'.

- "Mãe, quélo comê paum di quêjo e bebê mate."

Eu, mãe amorosa mas firme quando preciso negar suas vontadezinhas não tive dúvidas e falei...

- "Demorô! Bora lá!"

Eu sei, eu sei... mas fico 'facin facin' quando ele 'me convida' pra comê paum di quêjo e bebê mate.


diliça
Fui ;)

sexta-feira, 22 de março de 2013

Sorteio #paraanossaalegria

Ahhhh muleque!

A Clínica Pró-Corpo está realizando uma promoção super irada! #agentepira

Participe e concorra a uma sessão de Limpeza de Pele OU Peeling de Diamante!!!

Você não vai perder essa, né???

Mas as regras do jogo são essas:

Curtir a Pró-Corpo na FanPage: https://www.facebook.com/esteticaprocorpo?fref=ts
Ou seguir o Twitter @ProCorpo (chance extra)

O(a) premiado(a) só poderá solicitar seu prêmio nas Clínicas da Pró-Corpo 

nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Londrina, Santos, São Vicente e 

Campinas.

Sorteio  e resultado serão realizados no dia 12/04/2013.


Preencha o Formulário com seu nome, e-mail e telefone com DDD para 


receber o seu presente!

Pessoas que tenham vencido os sorteios nos últimos 3 meses (mesmo que em outros blogs) não podem participar novamente.


E então, bora participar???

Boa sorte!

testando outros leites...

O processo do 'nosso' desmame está lento... mas tããão lento. Ora, EU não vou apressar nada.

#chupapitaqueiros

E ainda digo mais... consegui que o mamico estilo lanchinho da madrugada me desse uma trégua e... digamos assim... antes ele me solicitava durante a noite de 3 a 4 vezes e lógico nos 7 dias da semana. Hoje, pelo menos 1 vez em 2 dias da semana. Diminuiu bastante, certo? Posso me considerar uma vitoriosa, ou só quando o fim chegar???

Enquanto isso, tenho tentado substituir o leite.

Saindo o GLORIOSO e MAGNÍFICO LEITE MATERNO...

Entrando...

Porra, que leite dar para meu filho?

Ele precisa mesmo tomar algum leite?

Dentre todos esse tipos de leite que vendem por aí, prolongar o mamico não é melhor do que todos esses juntos e misturados??????

Não sei o que fazer!!!! HEEEEEEEELP!!!

Tentei algumas vezes oferecer variados leites cada um testado 2 vezes (manhã/noite) por uma semana e olha o resultado:

Integral de caixinha (puro sem adição de açúcar ou achocolatado) - CUSPIU
Integral de caixinha (com adição de açúcar mascavo) - CUSPIU
Integral de caixinha (com adição de achocolatado) - CUSPIU

Nem tentei os leites semi-desnatado e desnatado, sei lá, eu não gosto e conheço o meu filho, cuspiria também.

A minha mãe é 'meio' antroposófica e comprou um Leite de Macadâmia (+ de R$20,00)para testar com ele. Me perturbou para ele beber, disse mil maravilhas e não sossegou até me entregar o produto.

Em primeiro lugar eu dei aquela cheirada para dar uma conferida no produto, achei cheiroso, e decidi provar. Mas só um golinho, ô leite caro, pqp!!!!! Torcendo pro Gui não gostar, hahahahaha #mãepobre

Assim, eu curto muito amêndoas, avelãs, macadamia e o leite é saboroso sim.

Macadamia - CUSPIU

A avó pira com o neto! hahahahahahahahaha #freudexplica

E lá foi a avó comprar outro que segundo ela, tem sabor de chocolate, já que ele não curtiu a macadamia. Um contendo Quinoa, arroz e cacau... (carinho também, um pouco mais barato que o da Macadamia)

Cho Quinoa - CUSPIU E AINDA TEVE A CARA DE PAU DE JOGAR O RESTO DA BEBIDA NA PRIVADA

A avó Super Mega Ultra Blaster pira! hahahahaha

Dei uma cafungada na bebida e realmente o aroma não é nem um pouco convidativo. O gosto em si, dá para tomar, mas eu diria que não é saboroso não. De repente se tivesse um sem adição de cacau poderia ser mais saboroso. Ou então trocaria o cacau por um pouco do pó de ovomaltine hahahaha ESTOU BRINCANDO!!!!


Bem, concluo que meu amado filho, coisamarlindadessemeumundo fica mesmo amarradão no leite de tetão!